EMBASA

Museu Arqueológico da Embasa

Inaugurado em 29 de maio de 2006, o Museu Arqueológico da Embasa (MAE) é composto por um acervo de peças encontradas onde a empresa executou obras de abastecimento de água e esgotamento sanitário. A Embasa, através do museu, presta importante contribuição para a preservação do acervo cultural.

As pesquisas arqueológicas começaram em 1996, quando iniciaram as obras de esgotamento sanitário em Porto Seguro. Tais descobertas devem ser creditadas, em parte, ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que condicionou a realização de várias obras de saneamento básico, numa área toda tombada pelo próprio instituto - ao desenvolvimento paralelo de pesquisas arqueológicas realizadas pela equipe de arqueólogos da Universidade Federal da Bahia (UFBA), sob coordenação do professor de Antropologia Carlos Etchevarne.

O MAE começou a ser montado com as coletas encontradas pelo casal de arqueólogos do Centro de Estudos de Ciências Humanas (CECH), Ivan e Nadja Dórea, contratados pela empresa, nas escavações em Pedra do Cavalo, Praia do Forte, Cachoeira, São Félix, Lençóis, Brumado, Vila de Igatu e, em Salvador, nos bairros do Comércio, Gamboa, Santo Antônio Além do Carmo e Centro Histórico. Além das localidades citadas acima, foram liberadas pelo CECH e incorporadas ao acervo do MAE, peças de Cristalândia, Brumado e da Rua da Misericórdia no Centro Histórico de Salvador. Através do contrato firmado com a arqueóloga Leila Almeida da UFBA, novas peças foram abrigadas no museu, provenientes das localidades de Lagoa da Torta (Igaporã), Riacho de Santana e Barra do Choça, interior baiano. As pesquisas realizadas nos sítios históricos foram em conjunto com engenheiros e operários responsáveis pela implantação de serviços de água e esgoto.

Entre as peças reconstituídas e em exposição, encontram-se balas de canhão (Comércio), sifão em porcelana (Cachoeira), pilões e machados de pedras pré-históricos e roca ou roda de fiar (Cristalândia), xilo-fósseis (Cachoeira e Muritiba), moedas (Vila de Igatu), Moenda de cana-de-açucar e ralador de mandioca (Lagoa da Torta). Fazem parte também do acervo, publicações antigas, relógio antigo de parede, hidrômetros, balanças para pesagens de produtos químicos, dentre outros equipamentos que foram usados pela empresa. A tendência é que o acervo do museu vá aumentando à medida em que mais obras da Embasa sejam acompanhadas pela sondagem e prospecção arqueológica. O MAE também conta com uma reserva técnica com vários fragmentos e peças encontradas nos locais pesquisados pelas equipes arqueológicas.

Missão

 Guardar e preservar achados arqueológicos encontrados em cidades e sítios históricos onde há intervenção da Embasa, visando promover conhecimento sobre a história da formação dos povos que fazem parte do estado e do país.

Visita

O museu está aberto a visitação do público de segunda a sexta-feiras, das 8 às 12 horas e das 13h30 às 17 horas, na Rua Saldanha Marinho, s/n, Caixa D`Água ( em frente ao Hospital Ana Neri). Telfax: (71)3241.8135 E-mail: museu.arqueologico@embasa.ba.gov.br

Acervo

Os objetos e utensílios centenários estão agrupados de acordo o tipo de material - cerâmica, porcelana, metal, pedra, vidro e fósseis. Estas peças contam a história de várias épocas, passando até pela pré-história.

Onde funciona

O museu está instalado no antigo reservatório Cruz do Cosme, situado no Parque R3, bairro da Caixa, na Rua Saldanha Marinho, s/n, Salvador.

Reservatório Cruz do Cosme No prédio funcionou, até 1930, o primeiro reservatório do País construído em alvenaria, na segunda metade do século XIX, pela Companhia do Queimado, primeira distribuidora de água canalizada do Brasil. O Cruz do Cosme era um conjunto de três reservatórios, um apoiado com 1000 metros cúbicos e dois elevados (caixas metálicas) com 100 m3 cada, para armazenar a água que vinha das estações de bomba do Retiro e Queimado. Os reservatórios elevados forneciam carga para abastecer as zonas mais altas da cidade que, com o crescimento populacional, começavam a ser ocupados. Em atividade, o conjunto tinha um sistema de bombeamento movido a vapor, pois não existia fornecimento de energia elétrica para a região do Queimado naquela época.

Veja aqui a Revista do Museu

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Confira abaixo o vídeo institucional.

Empresa Baiana de Águas e Saneamento S.A. - Embasa

4ª Avenida, 420, Centro Administrativo da Bahia - CAB, 41745-002, Salvador, Bahia, Brasil

0800 0555 195

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