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Esgotamento sanitário de Barreiras e Luís Eduardo Magalhães garante a coleta e tratamento de 800 milhões de litros de esgoto

Consideradas pólos agrícola, comercial e educacional da região Oeste, Barreiras e Luís Eduardo Magalhães receberam investimentos em esgotamento sanitário e, atualmente, juntas garantem a coleta e tratamento de um volume médio mensal de 800 mil metros cúbicos (m³) de esgoto que, antes, eram lançados em estado bruto nos rios e lençóis freáticos da região. Trata-se de um volume capaz de encher 320 piscinas olímpicas e que tem grande potencial poluidor.

“Na Semana em que se comemoram internacionalmente ações e práticas que visam contribuir com a preservação do Meio Ambiente, é preciso reforçar os benefícios da prestação deste serviço. A população deve fazer a sua parte e se interligar à rede de esgotamento sanitário, usando-a de forma correta. Para isso, é preciso evitar abrir seus poços de visita para jogar lixo ou escoar água de chuva, pois esta ação provoca obstruções e panes nos equipamentos do sistema”, reforça o gerente regional da Embasa, Francisco Araújo Andrade.
Em Barreiras e Luís Eduardo Magalhães, a cobertura atingiu respectivamente, 70% e 45% das sedes municipais, garantindo a prestação do serviço para um total de 55.580 mil domicílios. Com a manutenção do aporte de recursos para obras de ampliação da rede instalada nos dois municípios, a previsão é da cobertura alcançar, até o próximo ano, 80% dos imóveis de Barreiras e 65% de Luís Eduardo Magalhães. Neste último, teve início, nesta semana, as intervenções para expandir a rede no Centro, que vai garantir o acesso ao serviço de coleta de esgoto para mais pessoas.

Na última década, somados todos os investimentos, a empresa de saneamento estadual garantiu um aporte de R$ 150 milhões para a modernização das estruturas dos sistemas de esgotamento sanitário, bem como para a ampliação da rede, garantindo uma maior cobertura de atendimento para a população das duas cidades. Até 2014, Barreiras tinha um percentual histórico muito baixo de atendimento, com uma média de 8% de cobertura. Em Luís Eduardo Magalhães, nesta época, ainda não estava em funcionamento o sistema de coleta e tratamento de esgoto da cidade.

“Mesmo com a conjuntura de incertezas econômicas e políticas vivenciadas pelas empresas de saneamento, diante da votação do projeto de lei que modifica as diretrizes do marco legal do saneamento básico pelo Congresso Nacional, inviabilizando a atuação das empresas estaduais na universalização do acesso aos serviços de água e esgoto, a Embasa continua investindo na expansão e operação desses nas duas cidades, cumprindo a sua missão e promovendo saúde e qualidade ambiental”, reforça o gerente regional da Embasa, Francisco Andrade.

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